segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Fé
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Graça

quinta-feira, 9 de junho de 2011
Triste Realidade

sábado, 19 de março de 2011
Afinal, quem és ?

Uma mulher real, uma índia tribal, fugaz de arraial, ou apenas uma mulher a fugir do normal......
Quem és afinal???
Sincera, não sei, componente da grei, uma plebéia ou uma rainha, vulgar ou profetiza, que a verdade acoberta, sob pena da lei......
Quem és afinal???
Uma porta aberta, uma ladra de aresta, uma viola em seresta, és um anjo ou o pecado, odiada ou amada, uma ingênua ou safada, és apenas poeta......
A expor os sentidos, os sonhos adormecidos, os desejos incontidos, que explodem no peito, num estrondoso efeito, liberando a paixão, vigorosa tesão, vinda do coração, que te faz satisfeita......
Quem és afinal???
Escritora conhecida, ou anônima bandida, que faz simples palavras, transformar-se em lavas, de um ativo vulcão, em eterna explosão, que preenchem o vazio, saciando o cio, do bailado vadio, de corpos em união......
Quem és afinal???
És uma amante ardente, com o olhar tão carente, cuja boca gulosa, geme às vezes manhosa, ao sentir o furor, do beijar com ardor, a buscar a fartura, do sabor da aventura, na entrega irrestrita, de um ato de amar.
Uma certeza eu tenho, você é mulher...
E mulheres são tantas, Sophias, Samanthas, Jaciras, Goretes, Helenas, Ivetes, Luizas e Telmas, Cristinas e Velmas, Valerias e Floras, Auris e Isadoras, Marlenes e Marrys, Elianes e Cherrys, Anas e Mônias, Claudetes e Sonias, Martas e Camilas, Marias e Cecílias, que aprisionam a gente, em trama envolvente, buscando nos atos, com beijos e tatos, nos levar à loucura, tamanha a fartura, de um imenso gozar, na hora de amar......
Não esquecendo daquelas, que se fingem donzelas, com ares de novatas, pudicas, sensatas, na arte do amor, porém basta um toque, bem mais abusado, certeiro, ousado, que então se transformam, no gemer extrapolam, mostrando-se prontas, para se entregar, numa ardência sem par......
Iguais fêmeas em cios, com olhares vadios, seus machos provocam, quando gulosas enfocam, o sexo do amante, já ereto e vibrante, tornando-os cordeiros, que obedecem ordeiros, todas as vontades, desejos, vaidades, quais cachorros sem dono, que estão em abandono, e então finalmente, de maneira carente, encontram o carinho, do aconchego do ninho, que produz alimento, para a fome aplacar......
São tantas mulheres, que trazem nas peles, cheiros diferentes, suaves, ardentes, e nós que emanamos, nos embriagamos, vorazes ficamos, por tantas beldades, que da sensualidade, edificam suas armas, tais quais caçadoras, viris predadoras, que atacam ardilosas, de maneiras manhosas, nos deixando prostrados, por seivas banhados, arfando em orgasmos, que fazem extasiar......
Seus nomes bonitos são convites fortuitos, que estimulam rituais, de prazeres carnais, viramos cobaias, para essas Deusas de saias, que nos apetecem, acalmam, arrefecem, nossa mente entorpecem, e somente por elas que nos arrumamos, o corpo perfumamos, como meros atores coadjuvantes, disfarçados em amantes, procurando seus papeis, convincentes interpretar, torcendo pra não errar, pois apesar do machismo que ainda enaltecemos, é para e por essas mulheres, que simplesmente vivemos.
domingo, 13 de março de 2011
Falar

Falar é um dom, se for aplicado para construir, ajudar e favorecer. Falar é uma arte, quando usado para transmitir, encantar e ilustrar. Falar é uma arma, se for usada para denegrir. Falar é inteligência, quando as palavras são poucas, certeiras e ao ponto.
Podemos aprender a falar com sabedoria, e se conseguir, poderá ser um gênio.
O professor Horne Silva, ensinava: "Vencer a barreira da fala é vencer a barreira do som, portanto, uma ciência. A audiência é proporcional à capacidade de falar com aceitação."
Diante dos desafios da fala, podem-se dizer duas coisas: Primeiro: o que fala para muitas pessoas se sobrepujou a massa. Segundo: o que fala para uma pessoa e muda essa pessoa alcançou seu coração. Nesses dois casos, quem se saiu melhor foi o segundo. Logo, conquistou a transformação, que é a força da voz.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Aprendemos com o Tempo

Aprendemos que apesar da distância, é possível manter a amizade, o amor, a solidariedade...
Que nem sempre grandes gestos são as traduções perfeitas do amor que une as pessoas. Aprendemos que depois de um tempo, pais deixam de ser super heróis e passam a ser o vilão da história e que nesta hora o mais importante é saber perdoa-los, ama-los, entendermos as suas razões.
Com o tempo, a gente se acomoda com a vista da janela e quando resolve se levantar, o sol já se pôs e lua começa a apontar.
Que mudanças são necessárias, dores, sofrimentos igualmente.
Que o perdão é o grande propulsor da vida, muitas vezes é melhor sofrer calado, aceitar, temporariamente uma situação, e ter a sensibilidade para enxergar as coisas que a vida nos revela, até chegar o dia em que toda a dor deve ser revelada, desmascarada, posta em pratos limpos para que nós possamos seguir o nosso caminho novamente livres destas amarras que nos impedem de olhar e caminhar para frente.
Aprendemos que apesar da excitação, da relutância, é necessário largar algumas bagagens pelo caminho para que no dia de amanhã possamos adquirir outras mais leves. Que só o tempo tem o poder de transformar passado em presente, o presente em futuro e o futuro em passado.
Aprendemos que o TEMPO é o Senhor das respostas não dadas num dado momento, é o remédio para aquelas dores que julgamos ser intermináveis ou eternas. Que quando achamos que já chegamos ao fundo do poço, somos tomados por uma força sem precedentes e jogados de volta a terra firme. Renovados, repaginados e mais forte como nunca.
O tempo ensina a importância e a necessidade de um sorriso sincero, de um amigo, de um amor; de um abraço apertado, do silêncio...
Aprendemos que não há alternativa para novas oportunidades senão o Sim ou o Não. Tudo depende de nossa coragem.
Sabemos que as crianças são seres dotados de pureza e conhecimento que transcende a alma dos adultos, revelando-nos suas sensações, seus traumas, seus sentimentos mais íntimos, portanto, nunca se deve mentir a uma criança.
Aprendemos que conversar com velhos equivale a milhares de leituras de livros de auto ajuda e que cada ruga ali visível, tem uma história para contar, portanto, para que elimina-las?
Com o tempo aprendemos que ser feliz requer o auto conhecimento, a presença de amigos, de um amor, de uma paixão, de um trabalho. Que a ociosidade atrofia o cérebro, reduz a capacidade de percepção do mundo que corre ao nosso redor, empobrece o espírito.
Aprendemos que valores primitivos não se perdem no tempo e são sempre bem vindos. Que um coração vazio, sem amor, sem paixão nos torna frios, insensíveis, egoístas e que sempre vale a pena recomeçar, virar a página e reescrever a nossa trajectória
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
A paz que trago em meu peito

Quando se é jovem ou imaturo, imagina-se que ter paz é poder fazer o que se quer, repousar, ficar em silêncio e jamais enfrentar uma contradição ou uma decepção.
Todavia, o tempo vai nos mostrando que a paz é resultado do entendimento de algumas lições importantes que a vida nos oferece.
A paz está no dinamismo da vida, no trabalho, na esperança, na confiança, na fé...
Ter paz é ter a consciência tranquila, é ter certeza de que se fez o melhor ou, pelo menos, tentou...
Ter paz é assumir responsabilidades e cumpri-las, é ter serenidade nos momentos mais difíceis da vida.
Ter paz é ter ouvidos que ouvem, olhos que veem e boca que diz palavras que constroem.
Ter paz é ter um coração que ama...
Ter paz é brincar com as crianças, voar com os passarinhos, ouvir o riacho que desliza sobre as pedras e embala os ramos verdes que em suas águas se espreguiçam...
Ter paz é não querer que os outros se modifiquem para nos agradar, é respeitar as opiniões contrárias, é esquecer as ofensas.
Ter paz é aprender com os próprios erros, é dizer não quando é não que se quer dizer...
Ter paz é ter coragem de chorar ou de sorrir quando se tem vontade...
É ter forças para voltar atrás, pedir perdão, refazer o caminho, agradecer...
Ter paz é admitir a própria imperfeição e reconhecer os medos, as fraquezas, as carências...
A paz que hoje trago em meu peito é a tranquilidade de aceitar os outros como são, e a disposição para mudar as próprias imperfeições.
É a humildade para reconhecer que não sei tudo e aprender até com os insetos...
É a vontade de dividir o pouco que tenho e não me aprisionar ao que não possuo.
É melhorar o que está ao meu alcance, aceitar o que não pode ser mudado e ter lucidez para distinguir uma coisa da outra.
É admitir que nem sempre tenho razão e, mesmo que tenha, não brigar por ela.
A paz que hoje trago em meu peito é a confiança Naquele que criou e governa o Mundo...
A certeza da vida futura e a convicção de que receberei, das leis soberanas da vida, o que a elas tiver oferecido.
Às vezes, para manter a paz que hoje mora em teu peito, é preciso usar um poderoso aliado chamado silêncio.
O silêncio é a gentileza do perdão que se cala e espera o tempo, por isso é uma poderosa ferramenta para construir e manter a paz.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
A beleza da criação

Observe as maravilhas naturais: o colorido e o perfume das flores, os pássaros, a teia da aranha, o brilho dos astros, a organização da colmeia, o funcionamento do corpo humano, entre outros magníficos fenômenos.
Poderia tudo isso ter surgido por mero acaso ?
"Este relógio não poderia funcionar sem um relojoeiro."
Mulher

Mulher, que você nunca perca
tua sabedoria e ternura.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Quem disse que ser adulto é fácil?

Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:
- ‘Ah, terminei o namoro… ‘
- ‘Nossa, quanto tempo?’
- ‘Cinco anos… Mas não deu certo… Acabou’
- É, não deu…?
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro.
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona…
Acho que o beijo é importante…e se o beijo bate…se joga…senão bate…mais um Martini, por favor…e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?
O legal é alguém que está com você por você.
E vice versa.
Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.
E nem sempre as coisas saem como você quer…
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim… Quem disse que ser adulto é fácil?
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
É preciso ir em frente!

o que importa é o que você vai fazer com o que sobrou...
Perder um amor, não é o fim da capacidade de amar,
é apenas o recomeço de novas possibilidades.
Tudo tem seu apogeu e seu declínio...
“É natural que seja assim, todavia,
quando tudo parece convergir para o que
supomos o nada, eis que a vida ressurge, triunfante e bela!...
Novas folhas, novas flores, na infinita benção do recomeço! "
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo,
qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.
Não importa quantos passos você deu para trás,
o importante é quantos passos agora você vai dar pra frente.
Todo recomeço é dolorido e envolve muito sofrimento...
Mas se realmente se faz necessário, não adianta lamentar...
É preciso ir em frente!
Abraços.
Poeta chileno Pablo Neruda

A morte de Pablo em 1973 deixou uma lacuna no mundo literário que jamais será preenchida. Sorte que o indescritível poeta nos legou um sem-número de escritos e poesias, para consolar-nos da falta que ele faz.
Além dos escritos de cunho político e social e poesias engajadas na causa da liberdade, suas poesias românticas também são muito famosas, sendo certo que a musa inspiradora do gênio era sua amada Matilde.
Pablo Neruda é o pseudônimo adotado por Ricardo Eliecer Neftalí Reyes Basoalto, nascido em 12 de julho de 1904 em Parral, povoado da zona central do Chile e falecido em 23 de setembro de 1973.
Desde cedo, Neruda participou de movimentos políticos estudantis, o que o levou a seguir carreira diplomática. Muitas de suas poesias abordavam temas líricos como o amor, a mulher amada etc e outras tinham cunho político, tendo em vista sua ativa participação na política. Fez muitos versos com características épicas também.
Em decorrência de sua atuação na política foi nomeado senador e teve muitos inimigos, chegando mesmo a ser exilado na Europa em razão de seus discursos inflamados contra o governo.
Neruda foi um dos maiores poetas chilenos contemporâneos e influenciou muitos escritores. Em 1971 recebeu o Prêmio Nobel de Literatura, além do Prêmio Nobel da Paz. Sua obra é vasta e merece ser lida e relida.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Caráter é berço


