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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

A verdadeira energia vem do alto.



Pessoas que falam mais que o necessário carregam com freqüência complexos que controlam suas palavras e atitudes. Precisam ser o centro da atenção e, na maioria das vezes, mostram ter domínio de temas que desconhecem.

“Não fale tudo o que sabe, porque quem fala tudo o que sabe, geralmente fala o que não convém.” Pessoas que sabem muito não fazem questão de mostrar que sabem. São prudentes. Calam-se quando é preciso e falam no tempo oportuno. O sábio sabe o que fala, porque sabe o que pensa.

No silêncio do coração, essas pessoas sofrem porque percebem a insensatez de “proclamar estultícias”, mas o desejo de “aparecer” é quase instintivo.

Um dia essa pessoa conhece valores éticos e a dor aumenta. Luta para aplicar os conceitos aprendidos. Luta consigo mesma, contra seus complexos, temores e traumas que não consegue identificar. É uma luta injusta. Ninguém vence um inimigo oculto. É uma batalha cruel. A pessoa sofre a angústia de não viver a teoria que conhece. Sabe por que as coisas não dão certo na vida, por que seu casamento anda mal, e o relacionamento com os filhos é péssimo. Tenta, mas seus esforços são inúteis.

A incoerência de muitos livros de auto-ajuda é que apresentam o sorvete maravilhoso, mas não dizem como consegui-lo. “Tire a energia que existe dentro de você”, afirmam. “Descubra seu potencial”, proclamam. E cada vez que você olha para dentro de si, em busca do badalado “potencial”, só encontra um mundo difuso e sem forma, de sombras que o assustam.

O melhor livro de auto-ajuda que existe é a Bíblia. Não existem princípios de “inteligência emocional” que não estejam registrados no texto bíblico. A diferença é que a Bíblia o conduz a Jesus, a única pessoa capaz de colocar ordem no seu mundo interior.

A verdadeira energia vem do alto.

domingo, 8 de julho de 2012

Domínio Próprio




Na medida em que o homem domina mais o universo material, deixa-nos a impressão de que possui a sim mesmo cada vez menos. Pelos problemas que se avolumam, alguns se vêem desnorteados e até parece que perderam a noção de si mesmos. Nesses momentos revelam falta de controle, manifestando "apetites mórbidos ou temperamento passional."
Muitos são conduzidos pela massa. Vivem sem encontrar tempo para refletir e escolher o caminho que lhes é mais conveniente.
Quando o homem a si próprio não se encontra, dizia Goethe, nada mais encontra.
Cada um pode dispor do seu corpo. É dotado do livre arbítrio. Convém lembrar que assumirá todas as consequências que porventura possam advir.
É necessário que o homem possua o domínio sobre sua mente. E que todo o procedimento seja consciente, surgido de sua vontade.
O homem deve saber o que quer.
Saber o que é melhor para si e para os que o cercam.
Tendo o domínio próprio os seus pensamentos são elevados.
Os seus sentimentos são mais respeitados.
Sua personalidade se destaca.
O homem equilibrado tem mais valor.
Sua convivência é disputada.
Todos admiram o homem que tem domínio sobre si mesmo.
Que não perde, em nenhuma circunstância, a paciência.
Que não eleva a sua voz, mesmo diante daqueles que provocam acirradas discussões.
Que não parte,e nenhuma hipótese, para a violência.
O mundo precisa, para sua reconstrução, de homens que dominam os seus ímpetos e desejos.
Que mantém uma postura serena diante de qualquer problema.
Certo imperador, já no ocaso de sua vida, confessor; "Entre todas as minhas conquistas, apenas uma há que me dá qualquer consolo agora, e essa é a vitória que obtive sobre meu gênio turbulento."
Alcançar o domínio próprio é uma vitória pessoal. A maior de todas as vitórias.
O sábio Salomão nos aconselha dizendo que "melhor é o longânimo, do que o valente e o que governa o seu espírito do que o que toma uma cidade."
Isso foi o que aconteceu com Alexandre, o Grande, imperador da Macedônia. Embora tenha conquistado o mundo de sua época, pereceu, ainda no verdor dos anos, vítima de sua intemperança.
No palco da vida, entristecidos vislumbramos muitos em condições semelhantes, vítimas das drogas, do alcoolismo, da pornografia.
Vemos pessoas capazes, subjugados pelo vício.
Incapazes de reunirem forças para repelir os apetites que acarretam prejuízo ao seu corpo. Sem domínio de si mesmos são conduzidos, quais bonecos fantoches, por uma força invisível.
Ter domínio próprio consiste em não fazer tudo quanto se pode.
A vida tem parâmetros que devem ser respeitados.
Ter domínio sobre si mesmo aquele que executa tudo quanto é bom e justo.
É óbvio que nenhum indisciplinado alcança êxito na vida.
O seu esforço desordenado, sempre resulta em nada.
Todo aquele controla a sua vontade, agindo com sabedoria, vive melhor. É mais feliz.
Domine-se a si mesmo, embora ocorram renúncias
Domine-se a si mesmo, embora ocorram sacrifícios.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Não Sofra por Antecipação






Acabo de ler uma estatística norte-americana onde se afirma que "dentre cem crianças nos Estados Unidos, treze terão a vida destruída pela maturidade emocional.
Destas, quatro acabarão em hospitais para tratamento de doenças mentais, uma entregar-se-à ao crime e oito ficarão inutilizadas por colapsos emocionais."
Treze por cento é um percentual respeitável.
Acredita-se que a situação tenha se agravado ainda mais. Aumentam as pressões diante dos mais variados problemas enfrentados pelos caminhos do mundo. Falta alimento para muitos. O número de crimes tem aumentado. Quantas vezes nos vemos inseguros. Estes e outros problemas pressionam os homens, gerando-lhes desequilíbrios emocionais.
Precisamos compreender que as emoções são normais. O que não se pode é permitir que as preocupações nos consumam. Muitas coisas que nos atemorizam não chegam a concretizar.
É tempo perdido sofrer conjeturando sobre aquilo que poderá vir a acontecer.
É bom ser realista.
Esperar que o problema primeiro se corporifique, para depois buscar a solução. Não sofra antes. Deixe, pelo menos, para sofrer durante, para que, após, com a força de vontade, os problemas sejam solucionados.

terça-feira, 3 de julho de 2012

É tão bom ser feliz!



Face aos
desequilíbrios sociais e emocionais, é comum, nos dias em que vivemos, encontrar desiludidos da vida. Semelhantes nossos que perderam a alegria, e muitas vezes, levados pelos desespero, não veem razão para continuarem vivendo.
Na verdade existem alguns requisitos que devem ser preenchidos pela criatura humana, para que a vida dê satisfação.
Johann Wolfgang Goethe estabeleceu algumas regras que julgou necessárias.
1. - Saúde suficiente para que o trabalho seja um prazer;
2. - Recursos suficientes para prover as necessidades;
3. - Força para enfrentar as dificuldades e vencê-las;
4. - Graça suficiente para confessar os nossos erros e renunciar a eles;
5. - Paciência bastante para labutar até a consecução de algum bem;
6. - Caridade suficiente para levar-nos a ser úteis e prestativos para os outros;
7. - Fé suficiente para tornar reais as coisa de Deus;
8. - Esperança bastante para alimentar todos os anciosos temores em relação a futuro.
Vê-se que todas as regras do grande pensador alemão são indispensáveis para que a vida seja feliz. Todas, quando aplicadas, exercem grande influência. Admite-se que outras regras existam.
É tão comum vermos criaturas humanas que se contentam com tão pouco. Crê-se que elas encontram a alegria com maior facilidade que aquelas mais exigentes.
Mas, para Goethe, a alegria na vida está na saúde, no dinheiro necessário, na força, na graça recebida, na paciência, na caridade, na fé e na esperança.
Bom seria termos todos estas qualidades. Se fosse pedido que escolhesse uma das regras, apenas uma, como sendo a mais importante, qual seria a sua preferida?
Para mim a caridade.
"Caridade suficiente para levar-nos a ser úteis e prestativos para com os outros."
A caridade nunca falha - diz o apóstolo do evangelho, nos primórdios de nossa era - Essa regra é infalivel. É na alegria dada ao próximo necessitado que se encontra também a nossa alegria. É vendo os outros satisfeitos que nossa satisfação aumenta. É uma decorrência natural.
A vida tem que ser feliz. E depende apenas de cada um. É preciso superar os problemas existentes. Reunir as forças e transpor todos os obstáculos.
Experimente viver satisfeito. As 24 horas. Aceite tudo como bom. Não revide nada. Não coloque defeitos. Não faça julgamentos precipitados. Nesse dia distribua elogios. Seja agradecido pelos favores recebidos. Sorria para os seus amigos. E que seu sorriso contagie a todos.
Procedendo assim, não é difícil ser feliz. A vida com felicidade vale a pena ser vivida.
É fácil ser feliz. É tão bom ser feliz!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Liberdade


O ser humano sempre valorizou a liberdade e o conhecimento.
Desde que nasce, busca conhecer o mundo, entender os mistérios da vida e viver livre.
E para que haja liberdade na sociedade em que vive, deve existir leis.
Existem leis para tudo.
Há leis da natureza, leis da saúde, leis dos relacionamentos sociais, leis do trabalho, leis de transito, leis, leis e leis...
e essas leis devem ser respeitadas.
Então, a palavra chave para liberdade, bem estar, parecer ser "observar as leis."
Obedecemos de bom grado aquilo que nos parece razoável e confiável, mas questionamos o que nos parece ilógico e fora de ordem.
Como descobrir onde esta o limite entre uma coisa e outra >
Para responder a essa pergunta, o que necessitamos é sabedora, discernimento.
Só a verdadeira sabedoria pode nos tornar realmente livres e nos fazer obedecer não por medo, nem porque buscamos alguma premiação, mas por amor, porque amamos.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Sábios ou Loucos


Os sábios herdarão honra, mas os loucos tomam sobre si a ignomínia. Prov. 3:35.

O texto de hoje diz literalmente: “Os sábios brilharão.” A palavra hebraica é ti’parah, que significa receber uma coroa brilhante. A pessoa que recebe o ti’parah recebe uma distinção especial que o diferencia das pessoas comuns. Deus promete isso para os sábios.

Sábio, no sentido bíblico, não é a pessoa que possui muito conhecimento, mas que sabe usar o conhecimento para administrar a vida. .

O lado oposto da sabedoria é necedade. No verso de hoje, Salomão se refere a ela como loucura. Só uma pessoa sem equilíbrio, sem amor pela vida, rejeita os conselhos divinos. Com esta atitude, infelizmente, “tomam sobre si a ignomínia”. O sinônimo de ignomínia é “vergonha”.

O caminho da vergonha é ilógico. As pessoas desprezam os conselhos de Deus, achando que são antiquados e obsoletos. Acreditam que descobriram um caminho melhor, seguem os seus instintos e inclinações, racionalizam os conceitos divinos, humanizam os princípios estabelecidos por Deus. Tudo isso, em nome da felicidade e da liberdade. No entanto, o fim é ignomínia e vergonha.

Que ironia! Queriam brilhar e são estrelas sem luz. Ansiavam aparecer e andam ocultos na poeira dos seus próprios erros. Ambicionavam deslumbrar e envelheceram apagados pela vergonha que seu espírito de independência lhes trouxe.

Outro contraste entre loucos e sábios é que os últimos “herdam” honra, enquanto os primeiros “tomam sobre si a vergonha”. Para herdar, você não precisa fazer nada. A herança é o fruto do amor. Os sábios não esperam nada e, no entanto, recebem tudo. Os loucos lutam para conseguir tudo e só encontram ignomínia.

Aprenda a ser sábio. Esse aprendizado leva tempo. É um processo muitas vezes demorado e doloroso. Mas vale a pena.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Estrela Fugaz




Quando sobem os perversos, os homens se escondem,
mas, quando eles perecem, os justos se multiplicam. Prov. 28:28.

Adolf Hitler teve um sonho. Acreditava numa etnia superior e tentou conquistar o mundo dos seus dias para estabelecer a superioridade dessa etnia. Sua corrida louca não teve escrúpulos. Matou, arrasou e destruiu. Mas, como todo mortal, Hitler também chegou ao fim.

Esta é a sentença divina. A criatura não tem para onde fugir. O tempo de vida recebido de Deus pode ser usado para construir ou destruir. O dom da liberdade pode dar lugar à perversão ou à justiça, mas a morte é inevitável. Como a noite sucede ao dia, como o verão vem depois da primavera, a morte chega, colocando um ponto final a qualquer intenção humana.

A brevidade da vida e a certeza da morte são dois motivos poderosos para viver com sabedoria, administrando com prudência cada pensamento, sentimento e ação.

A história universal tem uma longa lista de gente que ignorou o conselho de Salomão. Homens e mulheres que acreditaram serem eternos. Foram temidos em vida, perseguiram, humilharam e pretenderam tirar Deus do cenário. Hoje, a história registra o nome dessas pessoas como estrelas fugazes. Brilharam com intensidade por algum tempo e logo se desvaneceram e se perderam no pó da história.

O pior de tudo é que, por mais que a morte seja desagradável, no caso dessas pessoas foi um presente misericordioso de Deus. A vida que elas viviam não era vida. A morte para elas foi o ponto final de uma história de desespero, loucura e obsessão.

A felicidade de uma pessoa e a realização de qualquer sonho dependem da correta relação que ela tem com o seu Criador. O ser humano é apenas uma peça. Nenhuma peça funciona fora do seu lugar.

Quando a criatura pretende ser Deus, torna-se perversa. Os resultados são sonhos loucos e devaneios assustadores. Por isso, faça de hoje um dia de estreita comunhão com Deus, porque: “Quando sobem os perversos, os homens se escondem, mas, quando eles perecem, os justos se multiplicam.

terça-feira, 17 de abril de 2012

O poder pertence a Deus


Que o poder pertence a Deus. Sal. 62:11.

Bruce Larson conta a história de seu amigo Rick, que gostava de observar águias. Um dia, sentado numa rocha, Rick observava o vôo de uma águia em todo o seu esplendor. De repente, a rainha das aves mergulhou veloz entre o matagal e, quando saiu, levava uma presa consigo. Acabava de garantir o alimento do dia.

Rick continuou observando. Primeiro, com fascinação; depois, com apreensão, porque a águia começou a voar com dificuldade, quase sem rumo, segurando a presa. Depois de um tempo, ela começou a descer e descer até cair abruptamente.

A curiosidade levou Rick até o lugar onde a águia espatifou-se contra o chão. Quando chegou, viu a tragédia. A poderosa ave tinha caçado um “furão”, um dos mais terríveis roedores das montanhas. E, enquanto ela carregava sua vítima, ele roeu sua barriga, a ponto de tirar-lhe os intestinos.

Quando você acha que está por cima, cuidado. Quando você pensa que tem o poder, seja vigilante. A sua vitória pode ser a sua derrota. A sua conquista pode tornar-se a sua maior tragédia.

Esta é a mensagem do salmista hoje: “Uma vez falou Deus.” Não precisa falar mais. Sua palavra é eterna. Muda o rumo das coisas, transforma e restaura. Nós falamos muitas vezes e não dizemos nada. Deus falou e o mundo veio a existir.

O verso de hoje diz que o poder é dEle e só a Ele pertence. Às vezes, Ele o empresta. Por amor, confia-o à pobre criatura, e esta fica fascinada e começa a pensar que é o próprio Deus.

Cuidado! O poder que lhe foi confiado circunstancialmente é um dom que você precisa administrar com sabedoria. Se não o fizer, o poder se tornará a arma que ceifará sua vida. Quando pensa que está caçando, pode estar sendo caçado. Quando pensa que está vencendo, pode estar perdendo.

“Uma vez falou Deus, duas vezes ouvi.” O salmista sugere aqui a importância da meditação, quando a alma ouve o eco da voz de Deus uma e outra vez, até o conselho divino se tornar parte do próprio ser.

Volte hoje seus olhos para o Deus do poder. Quando tudo falha nesta vida, Deus ainda está ali, pronto a socorrê-lo. Mas lembre-se: “ Que o poder pertence a Deus.”

segunda-feira, 16 de abril de 2012

VERDADEIRA SABEDORIA




Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; é escudo para os que caminham na sinceridade... e conserva o caminho dos Seus santos. Prov. 2:7 e 8 ú.p.

No verso de hoje, o homem que segue os conselhos divinos é descrito como “reto”, “que caminha na sinceridade” e “santo”. A recompensa para esse tipo de pessoa é que Deus será um escudo para ela, e lhe dará sabedoria e preservará o seu caminho.

Sabedoria é a arte de viver, e saber viver é condição indispensável para ser feliz. Se você não souber viver, sofrerá, fará sofrer as pessoas que estão ao seu lado e acabará tendo uma vida oca, vazia e limitada a valores passageiros.

Quando você procura com sinceridade os conselhos divinos, recebe “verdadeira sabedoria”. Em hebraico, essa expressão é tushiyah. Traz a idéia de solidez.

Por que os seus planos ruíram de um momento para outro? Por que tudo o que sonhou na vida e parecia estar se realizando explodiu em mil pedaços? Deus oferece tushiyah aos que O buscam. Se você aceitar, aquilo que está construindo será sólido e indestrutível.

Nesse processo de edificação, o Senhor promete ser um “escudo”. Quando os ventos contrários soprarem com violência ou os furacões da vida tentarem destruir as suas realizações, Deus o protegerá. Nada nem ninguém será capaz de destruí-lo.

Todas essas promessas são feitas aos Seus santos; em hebraico, chasidim. Literalmente, significa Seus “adoradores fervorosos”.

No tempo dos macabeus, os chasidim eram aqueles que voluntariamente escolhiam seguir os ensinamentos divinos e viviam de um modo diferente daqueles que tentavam amalgamar os princípios bíblicos com a cultura grega.

Esta é uma advertência para sair do secularismo. Mostra o perigo de querer servir a Deus enquanto se tenta seguir os padrões morais de uma cultura que tirou Deus do cenário.

Por que temer hoje, se Deus é o seu escudo e a fonte constante de sabedoria? A pergunta que preciso responder para iniciar com segurança as minhas atividades hoje é: Sou eu um “chasidim”? Porque: “Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; é escudo para os que caminham na sinceridade... e conserva o caminho dos Seus santos.”

domingo, 15 de abril de 2012

"Estou chorando com você.


Um professor de universidade foi atingido por uma tragédia horrível, inexplicável. Seu filho foi morto num acidente na quadra de esportes da escola. O pobre e pesaroso pai e sua família lutavam para conviver com aquela imensa perda. As pessoas freqüentemente se perguntam o que devem dizer em face da tragédia de alguém. Mas aquele pai se recorda do gesto mais confortador que alguém fez em seu favor durante aquele período de dor intensa e de perda.

Certa tarde, quando estava em seu escritório na universidade, um colega seu, também professor, foi visitá-lo. Não proferiu uma única palavra. Apenas sentou-se naquele escritório do seu amigo.

E começou a chorar. Chorou e chorou. Depois sem dizer uma palavra, levantou-se e saiu. Aquele contristado pai testificou mais tarde que o fato de seu amigo ter estado lá, simplesmente partilhado a dor e as lágrimas por algum tempo, significou mais para ele do que aquilo que quaisquer palavras pudessem ter dito.

Em sua hora de sofrimento, algumas vezes Deus pode não lhe dizer nada, a não ser: "Estou chorando com você.

Em todas as nossas angústias, Ele foi angustiado! Ele nos segura a mão. E chora. Mas quero que você se lembre de que a mão que segura a sua é a mão que tem cicatrizes. Ele já esteve na no Calvário. E bebeu o amargo cálice da maior dor humana. Ele foi afligido conosco!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

CURTIR A DOR


Muitas vezes problemas pessoais e sociais querem nos arrastar para o desespero e o desengano. Se pensarmos um pouco, vemos que muitos de nossos amigos foram envolvidos.

Nos dias atuais, na vida fácil, mecanizada, a capacidade de enfrentar o revés, para muitos, já perdeu inteiramente o sentido. Estamos acostumados com as vantagens, com o lucro fácil, e queremos apenas facilidade e gozo de boa saúde.

Mas, nem sempre tudo corre como queremos. Se "viver é lutar", como diz o poeta, nós estamos sujeitos a perder algumas batalhas nos campos da vida, porém jamais devemos perder a guerra.

"Chora de manso e no íntimo procura
Curtir sem queixa o mal que te crucia,
O mundo é sem piedade e até riria
Da tua inconsolável amargura.
Só a dor enobrece e é grande, e é pura
Aprende a amá-la que a amarás um dia.
Então ela será a tua alegria
E será, ela só, tua ventura..."
(Manuel Bandeira)

Em qualquer circunstância que nos deparamos, devemos sempre pensar no melhor, trabalhar pelo melhor, e esperar sempre o melhor.

Ao olharmos para o céu, nas noites enluaradas, procuremos perceber que cada estrela tem uma mensagem de fé, amor e esperança a dizer, porém se a lua e as estrelas estiverem encobertas pelas nuvens, lembremos que amanhã elas poderão estar radiantes em seus intentos, para trazerem novamente a luz da esperança.

Precisamos ser fortes, para que nada perturbe a nossa paz de espírito.

"E a menos que te esqueças de ti mesmo, não conseguirás a paz perfeita." (Thomaz Kempis)

O que precisamos, de fato, é esquecer um pouco dos nossos problemas. Olhando os problemas dos outros os nossos serão minimizados.

Falando aos outros de saúde, felicidade, prosperidade, estaremos nos disciplinando e motivando nossos semelhantes.

Vamos curtir a nossa dor. Ela pode ser o cinzel que fere, mas, nas mãos do Artista do Universo, ela será também o cinzel que modela a vida, refina a alma e enobrece o caráter.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

A vida é um dom confiado por Deus ao ser humano.




Certo dia conversei com um grupo de adolescentes que usava folhas da Bíblia para embrulhar maconha. O líder me disse com soberba: “A vida é minha e eu faço o que quero com a minha vida.” Era verdade apenas em parte. Ele podia fazer o que desejasse com a vida, mas que a vida fosse dele era mentira.

A vida é um dom confiado por Deus ao ser humano. Junto ao dom da vida, Deus confiou-lhe o dom da liberdade. Somos livres para fazer escolhas e tomar decisões. Mas, tão certamente como estamos vivos hoje, teremos que prestar contas da maneira como administramos a vida.

O sábio Salomão adverte que no dia final haverá coisas que hoje valem e que naquele dia não servirão para nada. O dinheiro é uma delas. Quando Jesus esteve na Terra, perguntou: “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” Mat. 16:26.

Essa é a pergunta que deve determinar as prioridades. O dinheiro é bom e necessário. Ninguém precisa sentir-se culpado por ter dinheiro como resultado do trabalho honesto. As riquezas também são um dom que podem fazer maravilhas neste mundo, quando administradas com sabedoria.

O problema é fazer do dinheiro o grande objetivo da vida. Quando, por causa do dinheiro, o ser humano atropela princípios, esquece valores espirituais e agride a própria consciência, está no caminho errado. Não é feliz nesta vida e se dirige perigosamente a um final desastroso.

Não tenha temor de perder dinheiro por defender a justiça. Peça a Deus sabedoria para estabelecer prioridades na família, no trabalho e na vida em geral. Não enxergue só o que pode apalpar. Tente olhar além das coisas materiais.

Torne hoje um dia de restauração.


O mexeriqueiro descobre o segredo, mas o fiel de espírito o encobre. Prov. 11:13.

Como você reage quando descobre uma pessoa fazendo algo errado? Conta para todo mundo ou fica calado achando que isso não é problema seu? Fala com a própria pessoa ou a denuncia? Numa pesquisa, a maioria respondeu que fala com a pessoa. Evidentemente, isso é o ideal. Mas a realidade é diferente.

O mexeriqueiro espera ganhar alguma coisa em troca das “novidades” que faz correr. Inconscientemente, ele acha que é vantagem mostrar que está “por dentro” de tudo o que acontece. O que não percebe é que todos olham para ele com pena, e às vezes com desprezo.

O fiel de espírito age diferente. Deve fidelidade primeiro a Deus, e depois à sua consciência. Não poderia ficar calado diante de uma circunstância errada. Omitir-se seria agredir seus princípios de vida. Então, procura a pessoa flagrada e conversa com ela.

Quando a pessoa que agiu errado sabe que seu “segredo” foi descoberto, mas percebe amor, compreensão e o desejo de ajudar naquele que a procura, geralmente abre o coração e muda de comportamento.

Todos somos podemos ajudar as pessoas neste mundo. Quando lidamos com os erros alheios, eles vêem em nós o acusador ou o redentor. Nossas palavras serão vinagre ou bálsamo que cura.

Torne hoje um dia de restauração. Existem muitas pessoas feridas ao seu redor, muito mais perto do que você imagina. Seja para elas o bálsamo que sara, a água que limpa, o óleo que lubrifica. Quem lucrará é você.

Acredite, por mais que as circunstâncias que envolvem sua vida hoje sejam difíceis. E não esqueça: “O mexeriqueiro descobre o segredo, mas o fiel de espírito o encobre.” Prov. 11:13.

terça-feira, 10 de abril de 2012

O Amor e Perdão.




Você é parte de uma comunidade. Na vida profissional, religiosa, familiar ou social, você não é uma ilha separada das outras pessoas. Todos dependemos de todos. Todos exercemos influência, para o bem ou para o mal. As palavras e ações são determinantes e ninguém pode evitar as conseqüências.

No ano 2004, o pequeno principado de Palau foi abalado com o assassinato cruel de uma família de missionários brasileiros. A polícia prendeu logo o assassino. O país todo estava envergonhado com a ação perversa de um membro de sua comunidade.

Alguns dias depois, chegaram a Palau os pais do missionário. Para surpresa de todos, a mãe enlutada visitou o assassino preso e disse que o perdoava, apesar da dor terrível que estava sentindo pela morte do filho.

A notícia dessa estranha visita à prisão comoveu o país inteiro, e as pessoas achavam difícil acreditar que, num mundo de tanta violência, pudesse haver ainda lugar para o amor e o perdão.

Acho que, em circunstâncias parecidas, a reação natural de qualquer ser humano seria dar lugar ao desejo de vingança ou pelo menos “exigir” justiça, esperando que o marginal ficasse o resto da vida na prisão. A atitude dessa mãe não foi fruto de nenhum tipo de filosofia, mas o resultado do trabalho que o Espírito de Deus realiza no coração de pessoas sinceras que buscam viver uma experiência de comunhão diária com Jesus.

Essa experiência não é mística. Você não precisa se isolar do mundo para tentar ser bom. Você pode continuar com suas atividades diárias, participando da vida de sua comunidade, cumprindo seus deveres de cidadão; enfim, vivendo como um ser humano comum e, no entanto, tendo a consciência de que você nunca está sozinho. Jesus está sempre ao seu lado, inspirando em você os sentimentos mais puros e nobres em meio às adversidades e dificuldades que possam aparecer.

Torne hoje um dia de companheirismo com Jesus. Permita que o caráter de Cristo se reproduza em você.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Pretório do Horror


A podridão de um beijo na pureza de um rosto
inaugurava assim, a noite do desgosto.
Por entre as trevas, Judas traiu a Jesus,
entregando-Lhe um beijo e nesse beijo a cruz.

O cão, por mais imundo, jamais será igual
aos cães que comporam aquele vil tribunal.

Oh, não! Não é possível...
Mas, foi engano, talvez...
Que mal Tu cometeste?

Se Tua mão levantou o que estava tombado,
porque a morte o tombou...
Se a multidão faminta, Tu saciaste com pão,
operando o milagre da multiplicação.
Se ao cego Tu disseste: " - Vê o sol que te ilumina."
Curou-o da escuridão, do mais fundo da retina.
Ao que estava entravado, ordenavas: " - Caminha."
E deixando as muletas ao Teu encontro foi.

Eu me lembro...
Que em Teus ombros, pousavam as crianças
que amavas e que também Te amavam.

E agora o tribunal, irrevogavelmente,
teria que impor a culpa a Jesus, o inocente!

Multidões O seguiam, inquietas como ratos.
Jesus ia até Herodes, de Herodes a Pilatos.
No pretório o horror, bofetadas, escárnio
sofreu o Salvador...
O rosto de Jesus ensopado em sangue.
O rosto, o santo rosto,
meio tonto e aturdido.
De aflição em aflição,
de gemido a gemido.

Pilatos, gritou ao povo:
"Oh povo, o que te apraz,
que solte a Jesus Cristo ou solte a Barrabás?!"
Como bando de loucos, gritou a turba, em
coro, amaldiçoado: "Jesus seja crucificado!"

Jesus andando, madeiro sobre os ombros,
chicotadas, tropeços, gritos, tantos tombos...
Que pesado madeiro!
Que cruel o caminho!
Com os ombros em feridas
e ter que caminhar sozinho.
Mas, para isso Ele veio, para
mostrar o caminho da luz.


O fim do calvário espera por mim!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca.




Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do SENHOR?

Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.

Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.

Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.

Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.
Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.

Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido.
E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.

Isaías 53:1-9

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Ambição



Se sugeríssemos a cada um que se satisfaça com aquilo que tem, não estaríamos sendo sinceros. E ainda mais, estaríamos sonhando com um mundo utópico, estaríamos querendo um outro mundo. Isto porque achamos que a ambição comedida é louvável. É ela que nos impulsiona a grandes realizações. Mas somos levados também a reconhecer que não podemos desejar mais do que aquilo que podemos atingir e que, a ambição, só é meritória, quando acompanhada da vontade de fazer os outros felizes. O amor nos faz contentes. O que vive tão somente para si, está sempre descontente consigo e com os outros.

Neste mundo competitivo o número dos descontentes é bem maior. As dificuldades e desigualdades da vida contribuem para a formação dos insatisfeitos, com tudo e com todos. Mas ambição desmedida também. É comum fazermos uma comparação com aquilo que nos falta.

O grande segredo para alcançarmos o contentamento é não sermos envolvidos pelo que nos falta. O contentamento está diretamente ligado áquilo que temos e não à dependência daquilo que poderemos alcançar.

Sêneca aconselhava: "Desfrutemos do que possuímos sem jamais fazer comparações; nunca haverá felicidade para o homem a quem atormenta o desejo de outra maior."

Vemos olhar para os que são menos afortunados do que nós, e jamais procuremos traçar paralelos com os que possuem mais. Se desejamos pouco, basta pouco, porém tenhamos certeza desta assertiva "não basta muito a quem deseja muito."

Para que haja contentamento em nosso viver, precisamos de muito pouco. Saibamos buscar satisfação nos incontáveis benefícios da vida e nas belezas criadas do mundo.

Tenhamos o cuidado em não sermos envolvidos pelo desejo de buscar o que nunca vamos alcançar.

A escravidão que sobrevém aos eternos descontentes não receberá libertação. Grande verdade esta contida nessa afirmação: " Fortifica-te com o contentamento, que é uma fortaleza inexpugnável."

Só convém ambicionarmos aquilo que podemos alcançar. Dosemos nossas ambições, para que não vivamos em busca de ambições desmedidas e impossíveis.

terça-feira, 3 de abril de 2012

RECIPROCIDADE.




Aproximaram-se de Confúcio e perguntaram se existia uma palavra que pudesse servir como um princípio de conduta geral.
E o célebre filósofo chinês respondeu que talvez seja a palavra RECIPROCIDADE.
"Não faça aos outros aquilo que não queres que te façam."

Na cultura ocidental, tudo quanto se dá, recebe-se em troca. Toma lá e dá cá. Enquanto que na cultura chinesa, o mesma já não ocorre. Ela é mais sutil. Um gesto carinhoso não é de imediato retribuído. O gesto se torna completo em si só, e para o chinês sentir a "necessidade de retribuí-lo é comercializar e diminuir a amizade."

Porém, na prática do mal, todos procuram revidar. Todos os povos, de todas as culturas.

Lao Tséu, filósofo chinês, autor do Livro da Vida e da Virtude, afirmava que as "retribuições do vício são como a sombra que segue o corpo."
Todo o mal praticado é recebido na mesma proporção. Com as mesmas medidas.
Experimente à noite, dirigindo seu carro, usar a luz alta. Os motoristas que vêm em sentido contrário também farão o mesmo.

Houve alguém que fez esta experiência. Quis fazer um teste. Quis sentir a reação das criaturas humanas. Mesmo correndo riscos de provocar acidentes, ele levantava as luzes dos faróis de seu automóvel. Todos faziam o mesmo em represália.
Após aconselhou aos motoristas da vida a "diminuírem a intensidade de teus faróis e o mundo fará o mesmo contigo, mas lança tua luz ofuscante sobre o outro e em resposta, ele fará o mesmo."

Toda ação provoca uma reação. Todos apreciam receber o bem. Ninguém quer receber o mal.

Padre Vieira dizia: "se a paixão e a compaixão reciprocam de tal sorte as penas que são próprias de quem padece, quem se compadece as faz suas."

É desta qualidade que o homem precisa.

Amar o próximo como a si mesmo, para que os efeitos benfazejos da recíproca modifiquem o panorama do mundo.

Há muita carência de reciprocidade.

A humanidade precisa ajudar-se mutuamente.

Que nos mercados da vida, hajam trocas constantes dos frutos do amor.

Dê palavras de elogio e receba sorrisos daquele para quem foram dirigidos.

Dê um pedaço de pão e receba a gratidão de um necessitado.

Dê um pouco do seu tempo em prol do bem coletivo e receba o reconhecimento dos seus amigos.

Dê orientações seguras para aqueles que estão perdidos e receba a recompensa de vê-los reencontrar-se na vida.

Dê sua mão para levantar o caído e receba a alegria de vê-lo em pé, para seguir o seu caminho.

Para cada gesto praticado, recebe-se, em contrapartida, a recompensa. Quanto mais você der, mais receberá.

Faça aos outros tudo aquilo que deseja receber e receberá. Isso é infalível. A recíproca é verdadeira.

domingo, 1 de abril de 2012

Jamais pleiteies com alguém sem razão




Jamais pleiteies com alguém sem razão, se te não houver feito mal. Prov. 3:30.

O leão dormia tranqüilo e o gambá veio importuná-lo: “Peleja comigo, leão covarde. Você diz que é o rei dos animais, mas tem medo de um simples gambá”, provocou o animalzinho atrevido. “Se eu pelejar contra você e, por essas coisas improváveis da vida, você vencer, amanhã todos os jornais publicarão a notícia: ‘O gambá venceu o leão’”, respondeu o rei dos animais. “Mas, se eu vencer, e com certeza é o que vai acontecer, não haverá notícia alguma. E o que é pior, eu ficarei cheirando mal durante um mês.”

Essa fábula, por mais engraçada que pareça, envolve a lição que Salomão quer nos ensinar. “Jamais pleiteies com alguém sem razão.” Qual é o mérito de brigar por qualquer motivo? Um grande número de mortes acontece porque alguém se achou no direito de “não engolir ofensas”. Outro dia, dois motoristas começaram a discutir porque um achou que o outro o havia ultrapassado perigosamente. Resultado: Um deles tirou um revólver e matou o outro a sangue-frio. Um foi parar no cemitério e o outro na prisão.

Poderia ter sido evitado um ato néscio como aquele? Que grande causa defendiam os dois com aquela discussão? Se você revisar alguns incidentes de sua própria vida, perceberá que a maioria das discussões poderia ter sido evitada.

Mas se você evitar sempre as discussões, os outros não se aproveitarão disso para deixá-lo de lado? É possível que sim. Só que o conselho bíblico é para evitar os pleitos “sem razão”. Quando está em jogo uma boa causa, ninguém deve se omitir de entrar na luta.

Sabedoria é saber identificar uma “boa causa”. Há pessoas que acham que revidar uma manobra brusca na estrada é uma boa causa. Que, se os canários do vizinho o acordam muito cedo, é uma causa digna de trocar impropérios e acabar nos tapas.

Abra seus olhos e sua mente para saber distinguir a boa causa daquela que é insignificante.

Faça de hoje um dia de relacionamentos edificantes. Estenda a mão ao necessitado. Sorria ao triste, anime o desanimado. Comece com aqueles que estão perto de você.

sábado, 31 de março de 2012

À Risca


Tu ordenaste os Teus mandamentos, para que os cumpramos à risca. Sal. 119:4.

Imagine isto: Eu lhe dou a receita de um bolo de chocolate. Escrevo tudo num papel: ingredientes, medidas e tempo de trinta minutos no forno, a trezentos graus. Você segue passo a passo as prescrições. Só muda um detalhe, ao invés de deixar o bolo no forno por trinta minutos, decide deixá-lo por cinco horas. Você teria um pedaço de carvão.

Imagine outro quadro. Você está com pneumonia e vai ao médico. Ele lhe dá a prescrição. Você segue tudo ao pé da letra, só que em vez de tomar o antibiótico de oito em oito horas, você decide tomar todo o frasco de uma só vez. Você estaria morto.

Há pessoas que acham que as recomendações divinas não funcionam. Mas se você observar, essas pessoas não seguem as prescrições divinas “à risca”, como é o conselho do salmista no verso de hoje.

Os eruditos não sabem definir quem foi o autor do Salmo 119, mas quem quer que tenha sido, escreveu-o por inspiração divina. Com clareza e contundência.

Os ensinamentos divinos não foram dados ao ser humano para que os discutisse ou os adaptasse, mas para serem cumpridos “à risca”. Qualquer outra atitude por parte do homem é temerária, perigosa e fatal.


Vale a pena rever nossos “procedimentos” todos os dias. Estou seguindo “à risca” as recomendações divinas? Observar tudo e deixar de lado apenas um assunto, por insignificante que pareça, pode ser fatal.

O que não está funcionando na sua vida? O casamento? Os negócios? O relacionamento com os filhos? Olhe para os conselhos divinos e peça forças a Deus para seguir esses conselhos “à risca” e verá como muita coisa vai mudar.