
O álcool tem uma função sedativa e euforizante, podendo, se adaptar à própria inquietação: se a pessoa está deprimida produz euforia; se esta nervosa, acalma. Com o tempo, o álcool perde essas propriedades e se torna somente fonte de depressão e mal estar físico e psíquico.
O aspecto mais insidioso dessa doença é o de permanecer oculta à própria pessoa doente, que muitas vezes, é a ultima a admitir que tem um problema com o álcool.
O álcool não é alimento, pois o corpo não necessita dele; mas é substância tóxica para o organismo.
É considerado droga porque provoca:
- Dependência
- Síndrome de abstinência
- Problemas nas relações familiares, sociais e no trabalho.
As doenças mais graves que afetam o alcoólatra são cirrose hepática, o câncer de garganta e do sistema digestivo, a hipertensão e o agravamento da osteoporose.
O álcool provoca:
35% dos acidentes de trânsito
50% dos homicídios
25% dos suicídios
25% dos acidentes de trabalho
Devido às graves transformações de personalidade que o alcoolismo provoca representa também um elemento de profunda alteração das relações sociais, com a família e com o ambiente externo.
Nesse sentido, é dependência que compromete fortemente todo núcleo familiar e social em que o alcoólatra vive.
O dependente do álcool tem dificuldade para se relacionar, procura a solidão, afasta-se dos amigos, distancia-se da família. Tem ciúmes infundados, ofende a quem está perto e põe a família em dificuldade.
Sendo o álcool uma droga lícita e socialmente aceita, existe em muitas pessoas uma grande confusão.
O alcoolismo é uma doença progressiva, de modo que é importante saber avaliar as quantidades de álcool que se consomem podem provocar problemas de dependência.

